Educação e Desenvolvimento Profissional

Espaço para troca de idéias na área educacional, e para divulgar assuntos que contribuam para o fortalecimento das relações interpessoais dos visitantes.

21

de
fevereiro

Novas Atividades


14

de
outubro

Mudanças na Ortografia Parte 1

Entrevista com o Professor Doutor Luiz Carlos Cagliari, feita pelo repórter Fábio de Castro da FAPESP sobre as mudanças na ortografia do Português.

Fábio de Castro: Há base científica para as modificações contempladas pelo acordo?

Luiz Carlos cagliari: As reformas ortográficas têm sido feitas sem o conhecimento científico do que vem a ser a ortografia, daí uma série de equívocos. A questão fundamental não são as regras (as bases) que mudam desse jeito ou daquele. Em primeiro lugar, é preciso saber se precisam mudar, o que justifica uma mudança. Os argumentos dados, em geral são falhos: 1) mudar a ortografia não facilita a vida de ninguém, porque a ortografia não representa a fala de ninguém. É simplesmente uma representação gráfica que permite a leitura. Não vou ler Camões na pronúncia dele, mas na minha. Se cada um faz isso, e isso é o que acontece, a ortografia não representa a pronúncia de ninguém. 2) Unificar a ortografia é um equívoco porque, apesar de seguir regras de uso, tiradas de uma tradição, a ortografia, como a linguagem, em geral, sofre de transformações no tempo e no espaço. Certamente, a escrita sofre muito menos transformações do que a fala, por isso dá a impressão de que é quase imutável. Mas, a história da ortografia de todas as línguas mostra que isto não é verdade. Veja, por exemplo, nos computadores, nos corretores ortográficos, quanto de variação existe para línguas como o Inglês, o Francês, etc. A Língua Inglesa tem uma ortografia (tradicional) britânica e uma ortografia (tradicional) americana. Então, por que precisamos ter apenas um modelo? Se eles se viram bem assim, por que precisamos criar problemas desnecessários. Os problemas diplomáticos atingem somente a Língua Portuguesa? Ou é um falso problema?
3) Com relação às ações tomadas: pôr ou tirar trema não representa grande coisa. Na verdade, não precisaríamos de nenhum sinal além das letras, nem acento, nem trema. Na situação atual o til seria útil, mas há outros modos (antigos) que mostram que a Língua Portuguesa poderia ser escrita também sem o til. O Inglês não tem sinais diacríticos e não cria problemas aos usuários (e facilita o uso de computador). Com relação ao hífen: em vez da grande confusão que foi colocada nas bases (regras), não poderia haver apenas uma que dissesse que palavras compostas por composição levam hífen, as por derivação não levam hífen?4) etc.

F.C: Alguns críticos dizem que a reforma, muito embora vá forçar uma mudança em todos os livros didáticos, em arquivos de editoras, etc, é uma reforma superficial. Ela simplificaria a ortografia, mas não chegaria a cumprir o objetivo de padronizar a língua. O que o senhor acha dessa afirmação?

L.C.C: A idéia de simplificar a ortografia é uma ilusão no tipo de reforma ortográfica que vem sendo proposta. Talvez a única simplificação é dizer que não se usa mais o trema (com exceção!…) ou o acento diferencial (?). Veja a confusão que existe no uso de acento gráfico em Português: há um número enorme de regras, todas desnecessárias, porque o falante sabe onde cai o acento nas palavras e quais vogais são abertas ou fechadas. Tirar uma regra ou outra não muda muito. A ortografia do Português foi padronizada em 1910 por força de lei que, como outras não são cumpridas. No caso, é um absurdo ter uma lei sobre ortografia. A Língua Portuguesa é a única que pode mandar alguém para a cadeia, se errar na grafia das palavras, porque é regida por leis e quem desobedecer comete, pelo menos, uma contravenção penal, suscetível de sanção. Basta um juiz querer. Isso é que é unificação. Por outro lado, querer tirar todas as variantes ortográficas é um ideal inútil. Basta ver os vocabulários ortográficos oficiais e encontraremos variantes (flecha / frecha; camião / caminhão; aluguel / aluguer, etc.)

F.C: Vale a pena, na sua opinião, fazer uma reforma como essa? Pergunto isso porque, para quem vê de fora, as dificuldades de implantação das novas regras parecem grandes demais comparadas aos benefícios. Parece importante ter uma padronização para redigir documentos oficiais entre os países de língua portuguesa. Mas isso em um certo número de órgãos oficiais e comerciais, enquanto a mudança da ortografia envolve todos os cidadãos. Valeria a pena causar tanta comoção?

L.C.C: Como disse antes, se cada país de Língua Portuguesa oficializasse que qualquer documento escrito em Língua Portuguesa pode ser aceito como documento oficial, como acontece com as outras línguas, não haveria a necessidade de achar que só podemos reconhecer como documento escrito em Português aqueles que trazem a grafia que achamos que é a única que podemos aceitar, por ser nossa. Quando eu mando um artigo para os USA procuro mandar na ortografia americana e quando mando para UK mando na ortografia britânica. Por que nós não podemos fazer o mesmo? Nunca vi um americano reclamar da ortografia britânica nem um britânico reclamar da ortografia americana. É claro que há excessos (veja os blogs), mas isso é um uso específico, não o tradicional.
Como venho dizendo há décadas, o melhor é não mexer na ortografia, não fazer leis, deixar a tradição (recomendada pelos dicionários, gramáticas, vocabulários ortográficos) fazer sua história. Hoje, temos que lidar e ler com muitos documentos antigos, escritos em outras ortografias e nada disto perturba, nem mesmo a lei que precisa desses documentos para se pronunciar em processos e coisas semelhantes.
As regras ortográficas podem ser tiradas do uso tradicional e não apenas através de leis. Os usuários agem da seguinte forma: ou sei escrever e escrevo com certeza, ou tenho dúvidas e não adianta pensar: a solução típica é olhar no dicionário e não ficar procurando regras nas gramáticas. Somente em alguns momentos da escola, essas regras são estudadas. Elas ajudam também, mas não são tão importantes quanto o fato de os usuários memorizarem como devem escrever as palavras. No total do que escrevemos, as dúvidas ortográficas dos usuários comuns não são salvas com as regras (bases), mas pelo conhecimento de outros fatores, como a etimologia, a comparação, etc.
Por outro lado, num país em que grande parte da população não lê e muitos mais pessoas nem sequer escreve (sendo alfabetizadas ou não), uma reforma ortográfica vem perturbar apenas os letrados, muito pouca gente, gente que não quer passar o vexame de não saber mais como escrever a grafia de palavras comuns…

14

de
outubro

Mudanças na Ortografia2

 

F.C: Entre as mudanças, quais o senhor considera mais impactantes? Alguma delas é imprescindível? Alguma é dispensável? Há diferentes motivações para as diferentes alterações?

L.C.C: A resposta está no que disse acima. Numa reforma, ninguém ganha e muitos perdem. Nenhuma mudança sugerida é necessária: são todas dispensáveis: podíamos ficar com o que tínhamos que não mudava nada. A grande confusão veio quando resolveram transformar a ortografia em lei, um absurdo tão grande quanto o fato de terem tornado oficial uma nomenclatura gramatical brasileira. Aberração sem tamanho.

F.C: Parece que a maior resistência à reforma vem de Portugal. Por que isso acontece? O senhor vê, como alguns, uma "brasilificação" da língua com essa reforma?

L.C.C: Já estive em reunião em Portugal na qual alguns acadêmicos e escritores discutiam a unificação. As pessoas achavam a reforma totalmente desnecessária: tudo podia continuar como estava, que estava bom. Nesse sentido, esta reforma (contrariamente à de 1910) representa um gesto brasileiro contra a tradição da língua. As pessoas, de um modo geral, acham que Portugal, Brasil, etc. podem usar o sistema ortográfico em uso nos diferentes países da lusofonia ou de fora. Para uma pessoa culta, a escrita (a linguagem mais) traz as marcas da pátria, da história e isso fica prejudicado por leis que pretendem que todos sejam iguais… Os literatos são os que mais sofrem, porque a ortografia também pode ter valor estilístico, como acontece com Saramago. Os poetas concretistas e alguns agentes de propaganda deveriam ser presos, porque desrespeitam as leis da ortografia, ou será que para eles, a lei não se aplica? E para as crianças que estão se alfabetizando: não podem errar? É uma questão de lei, de cultura, de costume, de uso, de arte, … do quê?

F.C: A padronização poderia aquecer o mercado editorial, viabilizando comercialmente os livros brasileiros em Portugal, por exemplo?
- Um professor do Rio Grande do Sul, Cláudio Moreno, comentou o seguinte: "Assisti às mudanças em 1971, quando foi retirado o acento circunflexo diferencial de "gelo" e "coco". Os dicionários e livros de literatura infantil tiveram que ir para o lixo. É uma tolice. Só países ridículos fazem reformas ortográficas". O que o senhor acha disso?

L.C.C: Na verdade, o problema não está na reforma ortográfica. Alguém poderia propor alterações na grafia das palavras e se os usuários passarem a aderir, com o tempo virava tradição, como aconteceu sempre. O problema é transformar a ortografia em lei: todos os problemas são derivados desse erro inicial. Se não for oficial, a ortografia pode aparecer de modos diferentes e os livreiros não precisam jogar nada no lixo. E nossas bibliotecas: vamos jogar fora os livros escolares de nossas bibliotecas escolares porque estão com a ortografia errada? Numa dessas ações, todas as cartilhas foram jogadas fora e hoje cartilha antiga é o livro mais raro. Eu faço coleção e sei o quanto é difícil encontrar uma. Mas, sem as cartilhas, como podemos escrever uma história das cartilhas? O mesmo vale para muitos livros didáticos e infantis que se perderam…
O português muda demais? Tive uma vivência de alguns anos na França e não via grande diferença entre o francês usado correntemente e o dos livros do século 18. A língua é viva e muda. Teremos que fazer reformas eternamente conforme ela muda, ou seria menos confuso fazer como os franceses, que aparentemente (falo por observação empírica, posso estar completamente enganado) fixam a ortografia, ainda que pareça arcaica?
Apesar da longa tradição de brigas por reformas ortográficas na Língua Francesa e Inglesa, o sistema se mantém há séculos sem grandes mudanças. Poderíamos ter seguido o exemplo, mas entramos num caminho errado. Para entender a ortografia, a idéia básica é a seguinte: a escrita permite a leitura (não é transcrição fonética nem semântica) portanto basta reconhecer na escrita o que o usuário fala (em seu dialeto – é assim que lemos). Para que isso funcione foi criada a ortografia, cujo objetivo é neutralizar a variação lingüística: não interessa se você fala tia ou tchia, problema ou pobrema, ponhei… a escrita é uma só: tia, problema, pus… Desse modo, não é o alfabeto que diz que som a letra tem, mas a ortografia!!! A letra A tem o som de todos os AS falados em todos os dialetos em todas as palavras da língua. Assim, em ‘acharu’ que se escreve ACHARAM, o A tem o som de U; em ‘encontremo’, que se escreve ENCONTRAMOS , o A tem o som de E, assim como em “tchia’ que se escreve TIA tem o som de TCH, mas não em ‘tatu’, e assim por diante.

F.C: Quanto tempo uma reforma dessas deve levar para ser assimilada pelas populações?

L.C.C: Com relação à reforma (e lei) de 1919, constatamos que somente na segunda metade do século XX as pessoas aderiram de fato à reforma (nem todas). As publicações (jornais, revistas, livros) também só adotaram definitivamente a reforma 50 anos depois !! No caso das reformas posteriores, a intervenção do MEC nas escolas, nos livros e nas editoras foi ameaçadora, como é hoje: ou tudo ou nada. Com relação às pessoas cultas, a reforma começa logo, por força social. Com relação à escola é sempre um problema grande para os professores e menor para os alunos (eles estão ainda aprendendo e podem aprender qualquer coisa, não precisam modificar nada que sabiam antes… dependendo do grau de escolaridade). O povo… pouco interessa. Muitos continuarão escrevendo fora de qualquer padrão tradicional ou imposto por lei, mas de acordo com hipóteses que eles fazem de como podem escrever para alguém ler e entender o que eles querem dizer….. ortografia para eles é coisa de gente que estuda…

Há ainda uma questão que nunca foi resolvida de modo correto nas muitas reformas do século passado e nesta última. É o caso do Ç. A letra Ç é uma letra do alfabeto e não apenas a soma de C + cedilha (não há outra cedilha!). A letra Ç é uma letra independente, assim como o G, que é C com uma barra vertical. Por quê a reforma não colocou o Ç depois do C: A B C Ç D E … ? É uma ignorância dos reformadores. O fato de o Ç não constar do alfabeto perturba muito as crianças (e os professores) na alfabetização. No alfabeto turco, o Ç representa o som de [tch] e eles têm também o S cedilha (S), que tem o som de [ch], mais uma aberração na história do alfabeto, causada pelo ideal de escrita de base fonológica. Será que não colocamos o Ç no alfabeto porque os franceses não o colocam? Atualmente, não temos palavras começadas por Ç, mas os franceses têm. Está na hora de colocá-la no alfabeto!

8

de
agosto

PIBIC UNIR 2007

O VI Seminário Integrado de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da UNIR (SEMPEX) e o XVI Seminário Final de Iniciação Científica da UNIR (SEFIC/PIBIC) teve na noite de terça-feira, 07 de agosto, a abertura oficial, no auditório da Unir Centro. Mas desde o período da manhã as atividades tiveram início com o credenciamento e a exposição de banners. A seguir  alguns fotografias ilustrativas das atividades do  evento, desde a abertura (Auditório da Unir Centro, passando pelas exposições de banners e apresentações orais das pesquisas da área de humanas no auditório Paulo Freire, até a cerimônia de encerramento. Tem ainda fotos do jantar na qual estiveram todos os membros do CTC externo e um frupo de docentes do Mestrado em Ciências da Linguagem, do Campus de Guajará-Mirim.

 

Nesta última foto, membros do CTC externo, juntamente com a coordenadora geral do PIBIC Unir  (terceira, da esquerda para a direita) e a representante da Pró Reitoria de Pesquisa  (última a direita)

7

de
agosto

Uma prévia SEMPEX e PIBIC

Exposição de Banners. Momento solitário. 07 de agosto, corredores internos da Unir centro, por volta do meio-dia.

 

5

de
agosto

PROGESTÃO

Sábado, 04 de agosto de 2007, tive o prazer de estar na companhia de um grupo de gestores da rede municipal de ensino de Porto Velho e outros municípios do entorno, que estão buscando o aprimoramento profissional e pessoal no Curso de Especialização em Gestão Escolar, por meio do Programa de Capacitação à Distância para Gestores Escolares (Progestão). O curso tem uma sistemática que contempla palestras e aulas presenciais, além de atividades de acompanhamento por tutores. Nesse contexto, ministrei aulas do módulo VI, intitulado "Como gerenciar os recursos financeiros". A turma correspondeu às minhas expectativas uma vez que acompanhou as aulas de forma entusiástica e participativa e cumprindo os horários previstos. As atividades tiveram como ponto culminante uma dinâmica na qual exercitaram alguns dos princípios fundamentais da gestão: planejamento, montagem de equipe, divisão de tarefas, organização e acompanhamento, registro, controle de recursos, publicidade e busca de resultados. Cada equipe recebeu 30 palitos e uma fita adesiva, para construir um objeto que se auto sustentasse sobre uma superfície plana. A recomendação era que o objeto vencedor seria o mais criativo e o mais alto. A seguir, algumas fotos ilustrativas da execução da dinâmica e da apresentação do produto final pelas equipes.

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5

de
julho

Porto Velho, capital de Rondônia

Depois do sucesso que fez a matéria sobre Rio Branco, e atendendo a muitos pedidos dos rondonienses, vamos destacar também a capital do estado em que estamos residindo.

 

 

 

 

27

de
junho

Conhecendo Rio Branco a capital do Acre

Depois de um ano e três meses morando em Guajará-Mirim (RO), a cerca de 350 Km de Porto Velho, capital do estado, e a 480 Km de Rio Branco (capital do Ace), fizemos uma "viagem improvisada" unindo estes três pontos geográficos.

Saimos de Guajará-Mirim no dia 21 de junho, para participar de uma reunião na Unir, no Núcleo de Educação, sobre o novo Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia. No dia seguinte, tivemos alguns outros compromissos e no sábado, quando retornávamos, Anselmo e Lília, surgiu aquela coisa que só é possível quando se tem jovialidade e disposição. Olhamos um para o outro e a ideía já estava implantada em nossas mentes. Nem sabemos mais quem disse primeiro, mas o resultado foi: vamos direto para Rio Branco, conhecer o Acre.

Por volta das 17h, em lugar de pegarmos a Rodovia que leva a Guajará-Mirim, prosseguimos na BR 364 para completarmos os cerca de 500 Km que separam as duas capitais. Chegamos a Rio Branco por volta por 21h, depois de percorrermos longos trechos bastante problemáticos (buracos que pareciam crateras, outros buracos que pareciam resultado de artilharia de guerra e depressões que quase nos faziam alçar vôo.

Rio Branco nos surpreendeu. O centro lembra um pouco São Luiz (MA). O efeito luminoso e colorido da ponte que separa a capital em dois espaços urbanos, também é muito agradável. Enfim, ficamos apenas no sábado a noite e no domingo retornamos (meio dia ) para nossa residêndia em Guajará-Mirim, onde chegamos antes das 18h. A seguir, algumas fotografias que mostram registros desta aventura inusitada.

Ainda em Rondônia, na balsa para atravessar o Rio Madeira, em Abunã

Em Rio Branco, circulando nas primeiras horas da manhã, e buscando as bençãos divinas, na Igreja Matriz.

 

Continuando o passeio matinal, em praça frente a catedral

Fachada lateral da catedral de Rio Branco

Outro prédio da diocese, onde fica localizada uma livraria

Na praça onde fica localizado o Comando Geral da PM

Prédio que abriga um centro cultural, com sala de teatro, e um café

Praça Central, em torno da qual encontramos órgãos dos poderes executivo, legislativo e judiciário. O prédio envidraçado é o da Assembléia Legislativa do Acre.

Nas fotos abaixo, brincadeirinha com o Chico Mendes

Um passeio pela ponte, com uma vista de boa parte da capital acreana, especialmente a região central, incluindo o Mercado Municipal.

 

 

No interior da Catedral

De volta para Rondônia

17

de
junho

Encerramento de Disciplina na Pedagogia

Após as apresentações dos Pôsters com alguns dos principais Indicadores Educacionais das Escolas Públicas Municipais de Guajará-Mirim (Zona Urbana) houve um coquetel marcando o encerramento da disciplina Metodologia Científica, ministrada pelo Prof. Dr. Anselmo Alencar Colares. Os acadêmicos destacaram o aprendizado que obtiveram e o relacionamento professor aluno e entre os próprios alunos, criando um ambiente saudável e estimulante para novas descobertas, um dos princípios básicos da pesquisa.

 

Os Indicadores das Escolas Públicas (Zona Urbana) de Guajará-Mirim foram complementados com dados gerais da educação do município, em um trabalho de síntese elaborado por uma das equipes, criada especialmente para esta finalidade.

Síntese da Situação Educacional em Guajará-Mirim (Estatísticas)

Ano 2006Estabelecimentos de Ensino da Secretaria Municipal de Educação de Guajará-Mirim. 4.462 matrículas, sendo: 68 de 0 a 3 anos; 1.637 de 4 a 6 anos; 1.705 de 1ª a 4ª série e 10 na educação especial. Na  rede pública estadual 7.826 matrículas, sendo: 1.194 de 1ª a 4ª série; 3.002 de 5ª a 8ª série; 1.666 no ensino médio; 1.956 em EJA  e 8 na educação especial. No sistema federal (ensino superior, Universidade Federal de Rondônia – Campus de Guajará-Mirim) 481 matrículas, sendo: 143 no curso de letras, 139 no curso de pedagogia e 179 no curso de administração.

Ano 2007. Estabelecimentos de Ensino da Secretaria Municipal de Educação de Guajará-Mirim. 4.366 matrículas, sendo: 48 de 0 a 3 anos; 1.339 de 4 a 6 anos; 2.560 de 1ª a 4ª série; 412 em EJA e 7 na educação especial. Na rede pública estadual 7.537 matrículas, sendo: 1.090 de 1ª a 4ª série; 2.968 de 5ª a 8ª série; 1.695 no ensino médio; 1.744 em EJA e 15 na educação especial. No sistema federal (ensino superior, Universidade Federal de Rondônia – Campus de Guajará-Mirim) 485 matrículas, sendo: 154 no curso de letras, 127 no curso de pedagogia; 184 no curso de administração e 20 no mestrado em Ciências da Linguagem.

Quadro Docente (Ano 2007): Total, 143, sendo:  1 leigo,  76 com magistério, 78 cursando licenciatura, 57 com formação superior, dos quais  31 em pedagogia.

Os dados completos da pesquisa, com todos os Indicadores Educacionais podem ser obtidos com solicitação para o seguinte e-mail: anselmo.colares@terra.com.br

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17

de
junho

Indicadores Escola José Neri

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